AINDA O QUE PENSO SOBRE CORONAVÍRUS

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Temos como o centro das discussões há várias semanas, em todos os meios de comunicações, o temido COVID-19, também conhecido por CORONAVÍRUS, o qual apresenta através dos sintomas, que são: febre, cansaço e tosse seca. A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem a necessidade de tratamentos especiais, mas, em casos mais raros, ela pode ser grave e até fatal, especialmente em idosos e pessoas com outras condições médicas (como asma, diabetes e doença cardíaca) são mais vulneráveis a quadros sérios.

Tudo isso nos leva a pensar sobre a vida, o presente e o futuro. Ouvimos cotidianamente e a cada hora os relatos e as estatísticas de ocorrências locais, estaduais, nacional e mundial de centenas de milhares de casos com um número expressivo de seres humanos que já perderam a vida.

Além de ser uma questão de saúde pública, o CORONAVÍRUS traz dimensões sociais grandes: levanta o problema da xenofobia contra asiáticos; da discriminação social contra pobres e moradores das periferias, dependentes do trabalho informal e do transporte público, vulneráveis à contaminação e carentes da assistência pública; da estupidez daqueles que se sentem imunes frente às demandas coletivas por solidariedade, e em flagrante irresponsabilidade debocham ao afirmarem: “Se eu me contaminei, é problema meu! isso interessa a mim! é responsabilidade minha! Ninguém tem nada a ver com isso”. A esses apenas repetimos o que já foi dito: “SENHOR, PERDOAI, ELES NÃO SABEM O QUE DIZ”

Estudiosos (as) da TEOLOGIA têm alertado há muito tempo sobre os gemidos da terra explorada. Alertam que os seres humanos estão brincando com as potestades divinas, abusam da mãe natureza que é o símbolo maior da integridade da Criação de Deus, negligenciaram e desprezaram a FÉ, tornando os homens a própria ameaça do planeta terra, nossa casa comum, por meio da exploração abusiva dos seus recursos, consolidando em um modelo de vida baseado na cobiça, na competição, no consumo sem medida, no lucro gerador de injustiça e ausência de paz.

Ninguém mais do que eu figura como defensor da liberdade de expressão, por ser um dos maiores valores da democracia, mas tudo deve e tem que ter limites, vimos nesse último Carnaval 2020 as agremiações utilizarem a trajetória de JESUS CRISTO para fazerem críticas sociais e políticas e isso não pode, é um sacrilégio, uma profanação e um desrespeito; na condição de cristão que sou, não acho razoável a forma como a Grupo da Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira fez, interpretando JESUS como mulher, noutros momentos como homossexual (gay) e por fim como sendo um favelado e espancados por policiais das forças especiais da atualidade. São comparações e exposições que não se recomendam, independente dos que acreditam ou não, é necessário que se respeite os Católicos e Cristãos, que se respeitem a nossa FÉ.

Expor a sambista Evelyn Bastos para a Estação Primeira de Mangueira na interpretação de Jesus como mulher para o Carnaval, (quem quiser ver ou rever tais cenas acesse: https://twitter.com/i/status/1231769926886662144), festa patrocinada por contraventores, traficantes e onde a prostituição é o ponto alto, tudo isso mexe muito com os brios e a fé cristã, gerando polêmica e por coincidência ou não, eis que surge um CORONAVÍRUS, sem mais nem menos deixa o MUNDO em polvorosa. Isso serve, sim, para que possamos levar nossas ações à reflexão e de logo saber que todos os excessos são prejudiciais e para que tenham a certeza de que todos os excessos serão castigados e esconde uma falta!!!

Nós vivemos um século onde obedecer não é mais importante, estamos na geração do desafio, não importando se outros estão sendo massacrados por nossas atitudes, mas temos que ser diferentes. A benção de Deus na obediência não é para uma pessoa sozinha, mas a nação tem que aprender a obedecer e ter a Deus como Senhor.

Mas a nossa desobediência tem sido tanta que a terra não dá mais seu fruto no tempo certo e as fábricas fecham por crises, pessoas deixadas sem empregos com famílias para criarem, pois não ouvimos atentamente a voz de Deus. Vejam as mudanças e os transtornos em todos os seguimentos já causados pelo CORONAVÍRUS e ninguém ainda é capaz de determinar sua extensão e o rastro de prejuízos que causará e pesquisadores asseguram que o sucesso das medidas depende do engajamento da população — em outras palavras, quanto mais à risca o isolamento for seguido, menor será o tempo necessário de quarentena.

No cenário de maior duração, estimam de dois a três meses para que a circulação de pessoas seja normalizada. A expectativa é que permaneça sendo um problema de saúde pública que vai acometer várias populações ao longo de um ou dois anos, eventualmente com retornos de curvas epidêmicas, mas não nos níveis atuais.

Não se pode projetar o fim da epidemia no Brasil. Todas as projeções pelo mundo têm muitas hipóteses que podem não ser verdadeiras – Para infectologista e professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Bernardino Geraldo Alves Souto, no caso brasileiro, é preciso considerar que o Sistema Único de Saúde (SUS) é negligenciado há muitos anos e há fragilidades de ordem sociocultural, como a postura individualista daqueles que não estão seguindo as recomendações. “Nós ainda estamos em uma situação de muita imprevisibilidade em relação ao curso que a epidemia pode seguir, mas acredito que não devemos contar com boas expectativas. Devemos pensar no pior cenário”, defende o professor da UFSCar. “Acho que, aqui no Brasil, temos que nos preparar para uma quarentena de uns 3 meses. Se conseguirmos interromper antes, melhor.

Concluímos que o CORONAVÍRUS merece atenção maior por parte do governo e um comportamento adequado da população, especialmente no quesito isolamento, a fim de que possamos nos livrar dessa pandemia nos próximos 60 a 90 dias.

“Buscai primeiro o reino de Deus e as outras coisas vos serão acrescentadas”.

GETÚLIO REIS, 21/03/2020 – (gecareis@gmail.com)
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