Publicado em 29/8/2025 às 10h40.

O DEMÔNIO REGE DO NORTE
Por Gecilio Souza

Se o mundo fosse um império
Teria o pior imperador
Um indivíduo catatônico
Dando ordem do exterior
Boquirroto inconsequente
Sua estética é um horror
Cabelo de manga chupada
E alaranjado na cor

Com a pouse que dá pavor
A qualquer outro animal
Quando fala inclina o queixo
E olha para a lateral
A boca fica comprida
No sentido vertical
Parece um peru laranja
Estressado no quintal

É a pura expressão do mal
Retido em sua biografia
Demonstra não ter noção
Mas calcula a ousadia
Ameaça todo o Globo
Põe em risco a economia
Interfere nas nações
Violando a soberania

Ele é uma Aleivosia
Zangão feioso ricaço
Adolf Hitler do Norte
Sua alma falta um pedaço
Ou inteiramente tóxica
Contaminando o espaço
Auriga mau conduzindo
Uma carruagem de aço

Ele usa o tarifaço
Com o ânimo de intimidar
Mas a intenção disfarçada
Que o faz ameaçar
São os recursos minerais
Dos quais quer se apropriar
Terras raras e petróleo
Nativos em qualquer lugar

O laranjão quer mandar
No globo terrestre inteiro
Envia navios de guerra
Com o pretexto sorrateiro
De combater o narcotráfico
Mas seu intento primeiro
É derrubar governantes
Que lhe interditem o roteiro

É falso e mau brasileiro
Quem se alia a esse Zangão
Sabotar o próprio país
Comete crime de traição
Pelo qual deve pagar
Enjaulado na prisão
De acordo com o que prevê
A carta magna da nação

Porque o pseudo cidadão
Um traíra sem serventia
Serve aos próprios interesses
E aos da necro-ideologia
Eis a razão pela qual
Com o Zangão se alia
Está na hora de o Brasil
Tirar-lhe a cidadania

Será que o Zangão confia
Nos puxa-saco indolentes?
Porque todos lambe-botas
Na essência são serpentes
Bípedes falantes traidores
Pouco ou nada inteligentes
Sua excelsa qualidade
É a de serem incoerentes

Para blindar seus parentes
De qualquer investigação
Há um infame traidor
Lá no Norte de plantão
Tentando impedir que o pai
Vá residir na prisão
Confiante foi implorar
A interferência do Zangão

Extremistas como são
Eles se dão muito bem
Mas o cabelo mascado
Nobre currículo não tem
Paparica os subalternos
Que a ele dizem amém
Com os olhos na riqueza
Dos países de onde vêm

Zangão não ama ninguém
Reverencia só a fraqueza
Dos babacas entreguistas
Que conseguem a proeza
De traírem a própria pátria
Com ilícita indelicadeza
E os afagos de Zangão
São calculada esperteza

O traidor por natureza
Trafega em faixa ilegal
Patriota de mentirinha
Cristão de fundo de quintal
Violento nas ações
E na artilharia verbal
A lei vale para os outros
Para si só a celestial

Busca apoio internacional
O patriota de ocasião
Gastando dinheiro público
Debochando da nação
Lésa-pátria criminoso
Que se aliou ao Zangão
Cedo ou tarde a história
Lhe punirá sem perdão

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