Publicado em 29/10/2025, às 19h15.

Foto divulgação.

O ex-vice-prefeito Michael Delgado vem fazendo oposição à atual gestão. Semanalmente, Michael publica em suas redes sociais vídeos em que pontua diversos assuntos relacionados ao governo municipal.

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Nesta semana, o tema escolhido foi a perseguição às chapas das eleições de diretores escolares. O que mais chamou a atenção dos correntinenses foi o momento em que o ex-vice-prefeito afirmou que a vereadora Albanice Magalhães (União Brasil) deveria “tomar vergonha na cara e parar de perseguir as chapas de diretores e vices”.

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A vereadora Albanice faz parte da base do governo Walter Mariano e integra a Comissão Eleitoral responsável pelas eleições de diretores e vice-diretores, juntamente com o advogado Vagner Rocha, Deuzeni Barbosa, Edvan Pedro, professora Laura (representante do Sindicato dos Trabalhadores em Educação) e a presidente da comissão, Sueli Almeida.

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Michael relatou que, em gestões anteriores, a prefeitura nunca interferiu nas eleições de diretores e que, segundo ele, o presidente da comissão costumava ser um membro do Sindicato dos Trabalhadores em Educação. Neste ano, porém, a presidência foi assumida por uma pessoa indicada pela prefeitura.

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Delgado pontuou ainda que já havia jurisprudência e que os critérios aplicados pelas comissões anteriores para a homologação das chapas foram desconsiderados pela atual comissão. Segundo ele, todos os membros, com exceção da professora Laura Macedo, são apoiadores do prefeito e atuam a serviço dele, não da eleição, tornando o processo parcial e político.

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As declarações do ex-vice-prefeito repercutiram nas redes sociais, gerando debates entre apoiadores e críticos da atual gestão. Muitos internautas destacaram a gravidade das acusações e pediram transparência no processo eleitoral das escolas municipais.

2 COMENTÁRIOS

  1. DISCORDO QUANDO HÁ DESRESPEITOS!!!

    Tenho respeito e elevada consideração ao jovem Michael Delgado, que tem se mostrado um lutador aguerrido em prol dos interesses de Correntina, especialmente no que se diz respeito à ala jovem e educação, entretanto, não posso aplaudir os comentários feitos pelo mesmo no texto acima, quando se utiliza de um tom desrespeitoso e uma falta de consideração, que são inaceitáveis em um debate público, ao dirigir-se a uma integrante do Poder Legislativo e verberar que a mesma “deveria tomar vergonha na cara”, tal atitude não coaduna com o perfil do jovem futuroso Michael, pois além de tentar deslegitimar o trabalho de uma Comissão Eleitoral, também infringe normas básicas de respeito e civilidade em um ambiente democrático.
    Se a participação da parlamentar como membro da base do governo e integrante da Comissão Eleitoral, não atende ou vai de encontro os interesses sociais e educacionais, tem-se que combater no “bom combate”, através da JUSTIÇA, como foi feito e cujo DIREITO foi preservado por uma medida liminar.
    As críticas do amigo Michael, de forma açodada e demonstrando uma pessoalidade, sobre a atuação dos integrantes da Comissão Eleitoral não apenas desprezam suas posições, mas, também insinuam que a Comissão tem motivações egoístas ou desonestas. Essa abordagem de atacar a integridade dos integrantes da comissão e de forma mais pessoal a uma integrante do legislativo municipal, em vez de focar nas questões propostas de maneira construtiva, é uma estratégia política que ao nosso sentir, merece nossa reprovação.
    É lamentável que, em vez de promover um diálogo respeitoso e produtivo sobre a gestão municipal, pessoas públicas opte por retóricas ofensivas que alimentam a polarização e a animosidade. O que se espera de figuras públicas é responsabilidade e respeito pelas diferenças de opinião, especialmente em um contexto tão importante quanto a educação pública.
    Por fim, as acusações de parcialidade em relação à atual comissão eleitoral precisam ser debatidas, mas devem ocorrer dentro de um marco de respeito e transparência, sem a necessidade de desmerecer os envolvidos. O debate político deve ser sobre ideias e propostas, e não sobre ataques pessoais.
    É como penso, respeitando àqueles que pensam de modo diverso!

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