Publicado em 23/07/2022 às 10h18

“A Bahia precisa seguir em frente de mão dadas com o Brasil. Não pode mais andar na marcha ré, perdendo protagonismo, como o PT fez no estado e o ex-prefeito ACM Neto em Salvador”, afirma o candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL). Segundo ele, nas gestões petistas o PIB do estado baiano foi superado por Santa Catarina e, na administração de ACM Neto, Salvador perdeu a liderança do Nordeste para Fortaleza, que hoje tem o maior PIB da região.

“O estado e a capital da Bahia ficaram mais pobres, mas os cofres do governo e da prefeitura de Salvador, ao contrário, se entupiram de dinheiro”, observa Roma, apontando a equivocada e prejudicial política de arrocho fiscal tanto do governo petista no estado quanto do ex-prefeito ACM Neto na prefeitura de Salvador, que dificultaram o desenvolvimento econômico e social da Bahia e de sua capital.

Foto: Divulgação

“Rui Costa só reduziu o ICMS dos combustíveis na marra. Segurou a alíquota no índice mais alto o quanto pôde e comemorou bilhões de reais a mais na arrecadação de impostos nos últimos anos. Já o ex-prefeito ACM Neto deixou a prefeitura de Salvador se cartando que tinha R$ 2 bilhões no caixa, sem se envergonhar de que, no período de sua gestão, o IPTU subiu quase 100%, como informa a imprensa neste sábado”.

Para João Roma, contra fatos não há argumentos. “Os meus adversários nas eleições deste ano, tanto Jerônimo quanto ACM Neto, são da turma do arrocha! Não o arrocha do ritmo que surgiu na Região Metropolitana de Salvador. Mas o arrocha dos impostos que tira o dinheiro da população para encher os cofres do estado e distribuir migalhas no período eleitoral”.

Foto: Divulgação

Na avaliação do ex-ministro da Cidadania, criador do Auxílio Brasil, é no bolso do povo que o dinheiro faz a economia crescer e não nos cofres do estado. “É por ter consciência disso que uma de minhas prioridades, caso seja eleito, será reduzir os impostos e acabar com essa política do atraso, que só beneficia os grupos de interesse e não o povo da Bahia”, assinala Roma, que, amanha(domingo), estará na convenção do PL que vai oficializar a candidatura do presidente Bolsonaro à reeleição, no Rio de Janeiro.

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