Publicado em  29/05/2022 às 21h50

 

COMO ASSIM? Jerônimo afirma que índices ruins na educação e segurança pública são fruto da “herança” de gestões anteriores à do PT; veja o vídeo.

Veja a entrevista na íntegra:

 Uma declaração do pré-candidato do PT ao governo do Estado, Jerônimo Rodrigues, durante entrevista concedida ao portal de nóticias do UOL/Folha de São Paulo, nesta sexta-feira (27), está repercutindo no meio político da terra do dendê.

Questionado pelos índices preocupantes que a Bahia ocupa nas áreas da educação e segurança pública, o petista justificou o péssimo desempenho a uma “herança” das gestões carlistas que foram findadas em 2006, mesmo após de 16 anos de gestões do PT no Estado.

Foto: Reprodução

“Esses indicadores que você colocou aí há pouco e ressalta agora são indicadores estruturantes”, afirmou Jerônimo Rodrigues, ao responder ao questionamento da jornalista durante sabatina do UOL.
 
“Em um estado, em um país a gente não consegue reverter índices, por exemplo, de educação a curto prazo. Quando eu falo a curto prazo não é em quatro, cinco, seis, dez anos, vinte anos. Da mesma forma, indicadores de saúde, de segurança pública. Eu quero ressaltar que essa situação que nós vivenciamos hoje ela é parte de uma herança muito perversa com a Bahia que nós vivenciamos há vinte, trinta anos atrás. Nós não tínhamos um governo que cuidava de gente”, completou o petista. Vale destacar que a Bahia, ocupa o último lugar do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Foto: Divulgação.

Ainda durante entrevista, Jerônimo revelou que quando morava em Aiquara e precisava ir de ônibus a Jequié, uma viagem de ônibus poderia durar até quatro horas devido aos buracos na via. “O governo do PT, aliados com o conjunto de partidos, nós conseguimos fazer em dezesseis anos 15 mil quilômetros de estrada asfaltada. É quase mil quilômetros por ano. Nós não tínhamos estradas”, afirmou o pré-candidato, que também não concordou com a afirmação de haver desgaste na gestão após quase 16 anos dos governos de Jaques Wagner e Rui Costa.

“Nós reconhecemos que precisamos melhorar em diversas frentes”, completou Jerônimo que reiterou que os índices ruins em educação, saúde e segurança pública são históricos e não legados das gestões do seu partido.

 

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