Publicada em 29/05/2025 às 17h18.

Texto de Gilson Magalhães da Silva

IMPRENSA NÃO DEVE SER AMIGA E NEM INIMIGA, SIMPLESMENTE IMPARCIAL.

Foto ilustrativa.

O gestor atual conquistou o voto do correntinense com promessas de implantar uma nova modalidade de administração pública, onde contrariava a gestão anterior que praticava atos ilícitos que feriam os princípios da administração: publicidade, legalidade, imparcialidade, moralidade e eficiência, previstos no artigo 37 da Constituição Federal. O povo cansado de ser lesado por um gestor incompetente e parcial resolveu apoiar a mudança com sede de justiça social e combate a corrupção.

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Mas nem sempre o que parece é, e o povo correntinense esta sendo surpreendido com atitudes contraditórias e dupla face de quem prometeu ser transparente e fiel ao provo sofrido que o apoiou. Mas como diz o ditado quer conhecer uma verdadeira identidade, dê poder e o observe, logo será surpreendido.

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É notório no ordenamento jurídico, que todo ato de funcionário público deve ser publicado para a população ter ciência do que estão fazendo com o dinheiro dos seus impostos e quais são as intenções dos seus representantes eleitos democraticamente para os servirem. Mas na realidade, tudo acontece de forma errônea. Segundo informações que este jornal recebeu de fontes seguras e que terá o sigilo resguardado como prevê em lei vigente.

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Este jornal e este colunista que vos escreves, tem compromisso com a verdade, com a imparcialidade e jamais aceitará qualquer tipo de manipulação para contrariar o interesse público e inflar egos de contraventores, visando benefício particulares. Temos compromisso com a verdade e conscientizar toda população em tempo real sobre tudo que acontece no município, independente de partido político, não somos amigos e nem inimigos, simplesmente imparciais.

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Qualquer representante público que cumprir a lei e fizer um bom trabalho será publicado e elogiado, mas se praticar atos contrários a legalidade, será achincalhado.

Vivemos em um País democrático de direito, onde todos nós temos amparo constitucional e também nos acordos internacionais, onde a liberdade de expressão, o livre direito de ir e vir, a livre escolha o direito de propriedade que jamais deverá ser cerceada nos limites das leis vigentes neste País. É de se abismar quando um gestor faz reuniões sigilosas, confiscando celulares dos funcionários e proibindo comentar ou dar qualquer informação, sob pena de ser demitidos caso descumpram a ordem. Isso é democracia ou é ato ditatorial? Onde fica o princípio da publicidade e legalidade?

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Correntina precisa se libertar de ditadores. Sofremos tanto nos governos passados, não podemos aceitar cerceamento da liberdade dos cidadãos, funcionários não devem submeter a atos dessa magnitude, para não permitir o retrocesso e a escravidão abolida pela Princesa Isabel em 1888.

A omissão dos bons, sempre fortalecerá os maus.

Autor: Gílson Magalhães da Silva

1 COMENTÁRIO

  1. É muito cedo para as críticas que já estão jincomodando os correntinenses. No entanto a realidade não pode ser ignorância nem acobertada, senão pela câmara de vereadores que só longo da história tem negado cumprir seu papel de fiscalizar o Executivo, porém sabemos que nunca é assim.
    O executivo sempre conquista a maioria, com seus favores de conveniência mútuas.
    Torçamos para que os poderes desempenhe caraúna seu papel. Com ética e transparência; que honre as calças e saias e mude o rumo desta história, para o bem comum de todos.
    Isso garoto, seja um Atalaia vigilante é que a verdade seja sua bandeira. Parabéns.

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